Olimpiadas 2016

Olimpiadas 2016
Olimpiadas 2016

terça-feira, 12 de julho de 2016

Rio 2016

27/04/2016 07h29 - Atualizado em 27/04/2016 10h02

Grave o seu vídeo e entre na torcida pelo Time Brasil nas Olimpíadas do Rio

Comitê Olímpico do Brasil e GloboEsporte.com vão levar até os atletas brasileiros 
as mensagens de apoio para os Jogos Olímpicos enviadas pelos torcedores

Por Rio de Janeiro
Time Brasil é a marca dos atletas brasileiros. É a equipe que representa uma nação formada por mais de 200 milhões de torcedores. É a união de todas as modalidades esportivas, a paixão pelo esporte e o orgulho de competir com garra e determinação pelo nosso país. É o ponto de encontro entre atletas e torcedores, que vibram juntos, formando um único time.
As Olimpíadas do Rio 2016 estão chegando e você pode apoiar o Time Brasil não apenas nas arquibancadas ou pela televisão. O GloboEsporte.com e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) vão levar até os atletas brasileiros as mensagens de incentivo enviadas pelos torcedores. A partir de agora, qualquer pessoa pode gravar um recado para motivar nossos heróis e, quem sabe, ajudar dando aquele empurrão que falta para a tão sonhada medalha olímpica. 
Ginga, o mascote do Time Brasil, recebeu o troféu de Thiago Pereira (Foto: André Durão/Globoesporte.com)


Seu vídeo pode ser visto por outros torcedores brasileiros e claro, pelos atletas do Time Brasil. Não é preciso ter uma câmera profissional para participar. A mensagem pode ser gravada, por exemplo, através do seu celular. Ela precisa, contudo, ter uma mínima qualidade de áudio e luminosidade para que seja possível o atleta do Time Brasil entender a mensagem e conhecer o torcedor que o está apoiando. Além da possibilidade ter o vídeo divulgado no GloboEsporte.com e em programadas da TV Globo e suas afiliadas, o COB ainda vai levar aos atletas a gravação. Então não perca tempo! 


Para participar é simples. Basta seguir o passo a passo explicado abaixo e enviar seu vídeo de apoio para o Time Brasil nas Olimpíadas do Rio 2016. 

PASSO A PASSO

Passo 1 - Primeiro é preciso estar logado na Globo.com. Se você já tiver uma conta basta colocar o login e a senha. Caso ainda não tenha, é fácil criar uma. Clique no link no lado superior direito da sua página de navegação. Se você já possuiu esse perfil na Globo.com, pule esta etapa.
Cadastro Globo.com (Foto: Reprodução)


Passo 2 - Após fazer o seu login, é preciso entrar neste link para enviar o vídeo:http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/time-brasil/eu-sou-time-brasil.html

Passo 3 - Depois de entrar nesta página, o internauta precisa fazer o upload (envio do vídeo) para a plataforma da Globo.com. Você pode gravar o seu vídeo antes para agilizar e deixá-lo salvo em seu computador ou em um pen drive, por exemplo. Não esqueça de colocar um título para o vídeo, com seu nome e sua cidade. Aí é só enviar!

Passo 4 - Após o envio, o vídeo irá passar por uma seleção interna antes de ser publicado na página especial do GloboEsporte.com e disponibilizado aos atletas.

Rio 2016

12/07/2016 08h57 - Atualizado em 12/07/2016 08h57

Sem vaga individual no Rio, Tyson Gay é convocado para o 4x100m dos EUA

Flagrado por doping, veterano causou perda de medalha do quarteto prata em Londres

Por Eugene, Oregon
Atletismo Tyson Gay meeting Paris (Foto: Agência AP)Tyson Gay ganha vaga no revezamento 4x100m americano  (Foto: Agência AP)
Tyson Gay ganhou uma segunda chance para disputar os Jogos do Rio. Mesmo sem vaga individual nos 100m ou 200m, o veterano de 33 anos foi convocado para compor o revezamento 4x100m dos Estados Unidos. Os técnicos da equipe americana levaram em conta as colocações dos 100m na seletiva nacional para divulgar a escalação – quinto nesta prova, Gay será, na teoria, reserva.
- Significa muito para mim. Sou considerado o "velhinho" da equipe agora. Significa muito me manter com esses caras novos aqui e usar algumas das minhas habilidades de veteranos em minha vantagem - disse, em entrevista à agência Associated Press.
A convocação para a prova por equipes levou em conta apenas a classificação dos 100m, levando atletas mais experientes. Além dos atletas que formaram o pódio (Justin Gatlin, Trayvon Bromell e Marvin Bracy) e Gay, foram chamados Mike Rodgers e Christian Coleman. 
Campeão mundial dos 100m, 200m e do revezamento 4x100m em 2007, Gay é dono da segunda melhor marca de todos os tempos na prova mais nobre do atletismo: 9s69. 
No currículo, porém, o velocista tem uma mancha que custou justamente uma medalha olímpica americana no revezamento. Flagrado por doping em 2013, Gay e os demais membros do quarteto medalhista de prata nos Jogos de Londres 2012 tiveram que devolver suas láureas ao Comitê Olímpico Internacional (COI). O atleta cumpriu ainda um ano de suspensão.

Rio 2016

12/07/2016 08h01 - Atualizado em 12/07/2016 08h01

Rio 2016 terá aplicativo para informar sobre transportes públicos nos Jogos

Batizado de TRAFI, app fará o monitoramento dos horários e rotas em tempo real

Por Rio de Janeiro
A Prefeitura do Rio homologou o aplicativo para celular TRAFI como um dos canais oficiais de informações sobre transportes públicos da Olimpíada e Paralimpíada de 2016. Através do app, os torcedores poderão conferir, em tempo real, horários e trajetos de ônibus, BRT, VLT, trens, metrô, vans, barcas e teleféricos, além das rotas olímpicas e dos serviços especiais exclusivos para quem tiver o cartão RioCard dos Jogos.
O corredor BRT Transoeste vai alimentar os deslocamentos até o Parque Olímpico (Foto: Prefeitura do Rio)O corredor BRT Transoeste vai alimentar os deslocamentos até o Parque Olímpico (Foto: Prefeitura do Rio)
Pelo banco de dados Data Rio (elaborado pelo Comitê de Mobilidade, formado pela Secretaria Municipal de Transportes, Governo Estadual, Centro de Operações Rio e Iplan Rio), o TRAFI terá acesso aos mais de 50 km de linhas e novos serviços mapeados, interligando o sistema de transporte às regiões de competição – na Barra da Tijuca, Deodoro, Maracanã e Copacabana.
Com isso, o passageiro poderá planejar viagens utilizando diferentes tipos de transporte e tendo conhecimento prévio sobre a disponibilidade dos serviços. Um dos vencedores do Concurso de Transporte da Cidade Olímpica, desafio que mobilizou desenvolvedores de aplicativos nacionais e internacionais, o app também contará com a função tabela de horários, com divisão por modal, contendo os horários e itinerários de cada serviço.
- Estamos muito animados em trabalhar com a Prefeitura para melhorar a transparência do transporte público para todos os visitantes dos Jogos. E, após as Olimpíadas, vamos continuar a oferecer nossa premiada precisão para tornar o transporte público mais previsível para todos os passageiros no Rio de Janeiro - destacou o vice-presidente mundial do TRAFI, Pascal de Mul.
MPC e hotel do Parque Olímpico (Foto: Renato Sette Câmara / Prefeitura do Rio)Torcedores poderão consultar os aplicativos antes de irem para as arenas (Foto: Renato Sette Câmara / Prefeitura do Rio)
Desenvolvido na Lituânia e com quase 1 milhão de usuários ativos, o TRAFI é líder de mercado no leste europeu e Turquia. Conhecido mundialmente por ser o aplicativo de transporte público mais avançado e preciso (com ou sem conexão de dados), ele dispõe de um sistema de algoritmos científicos de última geração que atualiza os dados de geolocalização de maneira inteligente levando em consideração informações de trânsito.
- Através do uso desses aplicativos, não só os espectadores olímpicos, mas toda população terá acesso a um planejador de viagens multimodal com informações em tempo real permitindo que o cidadão planeje melhor a sua viagem e tenha mais segurança e regularidade em seus deslocamentos. Essa é uma grande conquista para o período dos Jogos e será um grande legado para população carioca - comentou o secretário executivo de coordenação política e ex-secretário de transportes, Rafael Picciani.
O aplicativo pode ser acessado pelo site oficial e está disponível nos sistemas iOS e Android.

Rio 2016



 - Atualizado em 

Um título, evolução e dúvidas: o saldo do GP e os passos da seleção até o Rio

Conquista da competição em Bangcoc dá provas de que seleção está no rumo certo. Natália se firma como protagonista, Sheilla cresce, mas ainda há muito o que fazer

Por Bangcoc, Tailândia

José Roberto Guimarães desceu do pódio e já quis esquecer o título. A menos de um mês para os Jogos Olímpicos do Rio, não havia motivo para prolongar a comemoração após a conquista do Grand Prix. O treinador, tão consciente das limitações do seu time, não demorou a mudar o foco e a passar a pensar apenas no que precisa fazer até o dia 6 de agosto, quando o Brasil encara Camarões na estreia olímpica. Estava feliz, é claro, mas também quis demonstrar que o tempo é curto e que são muitos os detalhes a acertar.
O Brasil deixa o Grand Prix com um saldo para lá de positivo. No caminho até o título, conseguiu entender seus principais problemas e evoluiu. Cresceu no volume, melhorou a postura e fez frente a alguns de seus maiores rivais no caminho até o tri olímpico. Na fase final, bateu Rússia, Holanda e a temida seleção dos EUA. Feitos relevantes antes dos Jogos.
- Sabemos que passamos pelo período mais complicado da competição (no início), o passe não estava saindo, fomos melhorando à medida que foi acontecendo. Essa fase final foi a nossa melhor etapa, mas ainda acho que o saque pode ser mais agressivo, o bloqueio precisa se portar melhor, e a defesa pode tocar mais a bola – afirmou o treinador.
No saldo do Grand Prix, fatos positivos, defeitos a corrigir, algumas certezas e muitas dúvidas. Veja os principais pontos após a conquista e o que ainda agita a cabeça do treinador. 
AFIRMAÇÃO DE NATÁLIA
  
Promessa no ouro de Londres, Natália assumiu o protagonismo na seleção brasileira com louvor. Após uma ótima temporada pelo Rio de Janeiro na Superliga, demorou a engrenar no Grand Prix. Nas primeiras etapas, pecou muito no passe, mas não desanimou. A ponteira logo evoluiu e passou a comandar a equipe brasileira. Saiu da competição como MVP e como maior destaque individual. Ainda tem detalhes a acertar, mas se confirma como principal arma da seleção em busca do terceiro título olímpico.
Natália MVP Grand Prix 2016 vôlei (Foto: Divulgação/FIVB)Natália foi escolhida a MVP do Grand Prix (Foto: Divulgação/FIVB)
EVOLUÇÃO DE SHEILLA

Na apresentação à seleção, Sheilla era uma incógnita. A temporada na Turquia não havia sido das melhores, o que causava dúvidas sobre a forma técnica da oposta, pilar da equipe de Zé Roberto. Ainda que muito do jogo brasileiro passe pelas centrais (que vivem bom momento, diga-se), Sheilla é o desafogo da seleção. Durante o Grand Prix, cresceu muito de produção e fez sua melhor partida diante da Rússia. Ainda pode mais, mas é um começo animador.

BRILHO DE DANI LINS

Em seu início na seleção, Dani Lins sempre precisou lidar com o peso de chegar na sequência de duas das maiores levantadoras da história do país: Fernanda Venturini e Fofão. Inconstante, foi alvo de críticas, mas mostrou força após renascer com o time durante os Jogos de Londres. O momento, agora, é outro. Dani mostra maturidade e precisão ao guiar o time em quadra. Nas últimas três partidas, contra Rússia, Holanda e EUA, brilhou e foi fundamental para as vitórias. Alvo maior de Zé Roberto nos treinos, diante da cobrança extrema do técnico em relação a suas levantadoras, arrancou elogios após o título.
- O que teve de bola que a Dani conseguiu jogar no meio foi muito legal de ver. A Roberta também tentou. Nosso time não é um time grande (de estatura). Precisa de uma recepção justamente para dar velocidade e fazer todo o time jogar.

ATITUDE DA EQUIPE

O início foi preocupante. Faltava vibração à equipe que começou o Grand Prix. A irritação de Zé Roberto ajudou a acordar a equipe. Ainda que tenha perdido dois jogos na competição, não faltou disposição das jogadoras até o título. A missão, agora, é aumentar ainda mais a pegada rumo aos Jogos.
PONTOS CRUCIAIS

Há, no entanto, alguns pontos a acertar. O passe evoluiu durante o Grand Prix, mas ainda não é perfeito. No primeiro set contra os EUA, voltou a falhar. Esse é o principal ponto trabalhado por Zé nos treinos da equipe, tentando fazer evoluir o sistema defensivo e a relação bloqueio-defesa. A posição de sua linha de passe em quadra também incomodou o técnico em alguns momentos, assim como o saque. Após a cobrança por ousadia no serviço, o fundamento melhorou e foi fundamental para as vitórias contra Rússia, Holanda e EUA. Mas ainda dá para evoluir.
Brasil x EUA - final Grand Prix vôlei feminino comemoração (Foto: Divulgação/FIVB)Fabiana comemora ponto do Brasil contra os EUA (Foto: Divulgação/FIVB)
DÚVIDAS PARA A LISTA FINAL

Após a última competição antes dos Jogos, Zé vê o tempo correr enquanto ainda define suas dúvidas em relação ao grupo final para a Olimpíada. Hoje, a maior delas talvez seja em relação às líberos. Camila Brait, que antes parecia garantida, não foi mal, mas viu Léia crescer muito durante os treinos e o Grand Prix. A líbero do Minas mostrou talento e consistência nas vezes que entrou em quadra, como na final contra as americanas. Resta saber quem o técnico vai escolher.
Há outros pontos indefinidos. No meio, Juciely e Adenízia ainda disputam a última vaga entre as centrais – Fabiana e Thaísa estão garantidas. Por fim, o posto de segunda levantadora. Quando voltar a Saquarema, Zé vai ver de perto as condições de Fabíola, que se apresentou para os treinos no dia 21 de junho. Enquanto isso, Roberta, que foi bem quando exigida, aguarda por uma chance para ir aos Jogos.
Léia Brasil Grand Prix (Foto: Divulgação/FIVB)Léia mostrou talento durante a competição (Foto: Divulgação/FIVB)