Juan garante paz com preparador e recusa fama de jogador polêmico
Novo lateral-esquerdo do São Paulo teve discussão com Riva Carli quando jogava pelo Flamengo, mas jura que problema já foi superado em 2009
Juan não quer que a fama de polêmico adquirida no Flamengo chegue ao São Paulo, seu novo clube. O jogador, aliás, vai se reencontrar no Morumbi com um de seus desafetos do Rubro-Negro: o preparador físico Riva Carli. Entretanto, o lateral-esquerdo garante que não há mais qualquer problema com o integrante da comissão técnica.
Em 2009, Juan se recusou a fazer uma série de exercícios determinada por Carli durante um treino na Gávea. O atleta entendeu que 40 minutos era exagerado para o início de uma atividade. Eles tiveram uma rápida discussão, flagrada pelas câmeras. Em seguida, nos vestiários, o lateral se desculpou.
Em 2009, Juan se recusou a fazer uma série de exercícios determinada por Carli durante um treino na Gávea. O atleta entendeu que 40 minutos era exagerado para o início de uma atividade. Eles tiveram uma rápida discussão, flagrada pelas câmeras. Em seguida, nos vestiários, o lateral se desculpou.
- A imprensa colocou aquilo como um problema, mas não houve nada. Já falei com ele e nunca tivemos problemas de relação. Falei com ele aqui e nossa relação vai ser boa. Não vai ter problema nenhum.
Juan deixou o Flamengo com uma fama não muito boa por seu temperamento. Se envolveu em polêmicas com o técnico Cuca e nunca teve uma relação das mais tranquilas com a torcida, sendo vaiado constantemente. Mesmo assim, não se considera um atleta temperamental e acredita que deixou o Rubro-Negro em alta.
- Eu me considero um jogador com vontade e dedicação. A cobrança é muito grande no Flamengo. Todo dia é cobrança e no limite. Às vezes, é normal jogar um jogo melhor que o outro e vir essa cobrança. Não tinha perseguição. Tenho orgulho de ter vestido a camisa do Flamengo, onde cheguei à Seleção. Saí de cabeça erguida, pela porta da frente e tenho carinho pelo clube que defendi por cinco anos.
- Eu me considero um jogador com vontade e dedicação. A cobrança é muito grande no Flamengo. Todo dia é cobrança e no limite. Às vezes, é normal jogar um jogo melhor que o outro e vir essa cobrança. Não tinha perseguição. Tenho orgulho de ter vestido a camisa do Flamengo, onde cheguei à Seleção. Saí de cabeça erguida, pela porta da frente e tenho carinho pelo clube que defendi por cinco anos.
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